|
|
11月17日
|
O Trovador
António Zumaia
Só existe um trovador,
se ele pode cantar,
uma trova ao amor.
Da mulher que sente amar.
Canta beleza, desdita...
Canta o sonho de um dia.
Do amor que acredita,
ou da mulher que porfia.
Pois que cante o trovador,
a vida assim necessita;
Que se cante o amor
e tudo que se acredita...
Sines Portugal
|
6月14日
|
O fim da andorinha. António Zumaia
Voas alegre andorinha, desprezando o mísero chão; Nem sempre serás rainha, do seu pobre coração.
Esse chão que tu desprezas; Que te acolhe e te ama… Nesse céu em que tu rezas, nunca será tua cama.
Vais perder o teu voar, a terra vai acolher-te. É assim que a cantar, o Trovador vai perder-te.
Mau fado é esta vida; Criada para voar… Na sua mão és querida, mas nunca podes ficar.
A poesia é destino, desse pobre trovador. Olha os céus… É divino! Esse teu voo de amor.
Ao perderes teu voar, o triste destino teu; Nas suas mãos acabar, nas trovas que ele teceu.
Sines - Portugal
|
3月26日

O trovador e a vida… António Zumaia
Ser poeta, eu não sou; Mas apenas trovador. Se alguém por mim chamou, foi pelas trovas de amor.
Do amor que já cantei, versos plantados no vento; Foram rosas que plantei e se foram sem lamento.
Sou um pobre trovador… Já sem voz para as cantar. Foi-se no vento o amor e as rimas perdi no mar.
Mas sem razão para viver; Ser poeta, eu não sou… As trovas eu vou esquecer, fica o homem que amou.
Sines - Portugal 26/01/2008

| 3月22日
Para os leitores de todos meus Spaces e do meu Blog, o meu desejo de uma PÁSCOA FELIZ, plena de amor e compreensão.
António Zumaia Sines - Portugal 22/03/2008


11月3日

Chorrilho de Trovas I
António Zumaia
Jogaste as cartas na mesa, dando-me desilusão… Fiquei assim na certeza, que tu não tens coração.
Tenho amor no coração e à mulher já o dei. Ela não é ilusão, apenas sempre a amei.
És triste menina feia, mas muito bela em ternura. Esse coração me enleia e teus lábios dão ventura.
Foi pecado te querer, ou simplesmente te amar. O castigo que vou ter, é de contigo casar…
Não sejas má por favor; Pois tu és o meu destino. Quero viver no amor, muito feliz e ladino.
Menina já és mulher, como fruto do amor. Não te dês a um qualquer, pois tu não és uma flor.
Vieste a mim toda nua, num destino de amor. Eras como a deusa lua, no orvalho de uma flor.
A musa e o poeta, são dois seres numa vida. Sua beleza projecta e será sempre querida.
Sines - Portugal 02/11/2007
| 11月1日

Pobre Trovador António Zumaia
Ser ou não ser TROVADOR, é desdita e castigo. Essa mulher... meu amor, já não quer nada comigo.
Sines - Portugal 01/11/2007
| 10月22日
|

Lágrimas do trovador… António Zumaia
Mote:
Porque lágrimas causei, de alegria e muita dor; As minhas eu derramei, de raiva… outras de amor.
Porque lágrimas causei, nesta minha insana vida; Foi carinho que magoei, Em tristeza e ferida.
de alegria e muita dor; nesta vida eu tudo dei… Fui dilecto no amor, que pela vida encontrei.
As minhas eu derramei, Na mulher que foi perdida… Mas tão feliz eu serei, No livro da minha vida.
de raiva… outras de amor. Foi nas lágrimas viver, a alegria e a dor, Que jamais… eu vou esquecer.
27/10/2006
Sines - Portugal
|
7月4日
|

Cantando Trovas António Zumaia
É quando o amor existe, que a saudade nasce em nós e somente ela persiste, quando nos sentimos sós.
Amor é água correndo, molhando o corpo e sentidos. No coração já sofrendo, momentos por nós perdidos.
É na verdade o amor, que nos preenche a vida. Dá alegria e sabor, de perfume possuída.
Sem amor não somos nada; É flor que secou em vão… É linda e perfumada, mas não tem o coração.
Se queres sentir o amor, abre-te à ilusão; Faz de ti a bela flor, nascida no coração.
Navega no mar da vida, com alegria e amor… Verás que a dor é esquecida e o céu tem outra cor.
Não desdenhes teu irmão, que de amor também precisa. Dá-lhe o carinho da mão, que sua dor suaviza...
25 de Junho de 2007 Sines - Portugal
|
6月27日
|

Arriba andorinha. António Zumaia
Fui na tua vida um mistério; Breve trecho de ópera inacabada. Fui teu consolo e refrigério, depois de mim… ficaste sem nada.
Viste o mundo e o quiseste para ti; Foste trepadeira em tronco seco. Olhei louco e triste te vi, jogada a esmo num pobre beco.
Mas andorinha pode voar… Limpaste as penas, rumo ao céu e bem alto voltaste a sonhar; Esqueceste o mundo e seu escarcéu.
Fiquei nos escombros da melodia, olhando o voo tão elegante. Fiz os poemas que eu queria; Deste-me o sonho… Foi empolgante!
Porque são tantas as andorinhas, que em bando me fazem confundir; No céu são as donas e rainhas e eu não te consigo distinguir.
Como é lerdo o meu pensamento, na recordação que eu queria. Não é vida, é só um lamento; Já perdido na minha poesia.
25 de Junho de 2007 Sines - Portugal
|
5月26日
|
Convite
António Zumaia
Convida leitores e amigos para sessão de autógrafo do seu livro de poesias ÁGUA... VIDA, a realizar-se no dia 29 de maio a partir das 17 horas na Feira do Livro de Lisboa, Parque Eduardo VII, no Stand da Editora Minerva.
Ficarei honrado com sua presença.
Carinhosamente
António Zumaia
|
4月13日
|
Foi Andorinha… António Zumaia
Andorinha tu voaste, alegre na primavera. Só que um dia reparaste, que o Inverno já viera.
Já é triste o teu cantar, o teu ninho já é lama… Só por não poderes amar, andas perdida na cama.
Já sem brilho as tuas penas e com frio no coração; Perdeste as tardes amenas, a tua bela ilusão.
O teu voar elegante, perdeu-se na trovoada; Esse teu voo estafante, findou na berma da estrada.
|
4月8日
Para os leitores de todos meus Spaces e do meu Blog, o meu desejo de uma PÁSCOA FELIZ, plena de amor e compreensão.
António Zumaia
Andorinha
Andorinha primavera, que a Páscoa anuncia; Dá felicidade sincera, no seu voar de alegria.
Trovador
A Páscoa do trovador, é perfume de carinho. Deseja a todos amor, felicidade, pão e vinho.
2月26日
|
Andorinha esquecida… António Zumaia Voaste livre ao vento, mostrando ao mundo, a verdade… Acabaste no esquecimento, mordendo o pó da vaidade. Asas negras já perdidas, no destino que Deus quis; Olhas triste as feridas, nem chegaste a ser feliz. Quedas triste num jardim, passeias-te entre as flores; Por vezes lembras-te sim, que foi um dos teus amores… Mas esquece o trovador, perdeste o teu voar… Sem tuas asas de amor, ele não te quer lembrar. Viras-te uma mariposa, só com asas e beleza. A tua alma formosa, acabou-se… Que tristeza! Pobre andorinha esquecida, que tão alto quis voar; Nesse céu viu-se perdida, acabou a rastejar…
|
12月29日 
ANO DE 2007 - ANO DO AMOR
Sintam no peito o amor, façam dele o dia a dia. Este ano meu calor, a todos vós, eu daria... Vamos todos dar amor, dar nossas mãos e cantar; Este ano é de esplendor, pois é tão belo amar. Olha de frente um irmão, ou um amigo também; Dá-lhe amor de coração, recebe... o que ele tem. Ano novo vida nova; Desejo a felicidade... O nosso amor é a prova, que existe amor de verdade.
Para todos os amigos, inimigos ou indiferentes, desejo que este ano de 2007, seja um ano de amor. A amor é sem duvida o bálsamo capaz de amenizar os corações e os tornar acessíveis a gestos de carinho, que tanta falta faz a este pobre mundo, as diferenças sociais são uma triste realidade, somente o amor pode romper essa barreira que existe entre os homens e os tornar irmãos na vida. A todos, eu desejo que pratiquem o amor para sermos felizes. FELIZ ANO DE 2007 António Zumaia
12月8日
TROVA DE NATAL
Vai chegar o grande dia, preciso de descansar. Belas prendas eu queria, para aos meninos dar.
Zumaia

12月5日 
Deus menino... António Zumaia
Natal... é quando o homem sorri e sente a beleza do divino... Até eu... esqueço o que vivi, ao me aparecer o Deus menino.
Na candura de uma criança, dá Jesus a primeira lição; Dá-nos o amor e a esperança, que embeleza... nosso coração.
Foi na beleza da humildade, feito homem que ELE nasceu... Portador de uma fragilidade, tinha o poder que Deus lhe deu.
É sempre milagre o nascimento e como qualquer homem nasceu... Dos reis Magos foi deslumbramento, nos ensinamentos... que nos deu.
Doce bebé que nasceu em Belém, luz do mundo... de DEUS o sinal. Deu-nos a esperança que exista o bem e deu-nos... a glória do NATAL.
11月27日
Natal da Criança António Zumaia
Criança, pureza de sentimentos, o teu imaginário é de luz… Misturas brinquedos, divertimentos, com belo nascimento, de Jesus.
Sonha criança, pois curta é a vida; Mas se podes, faz dela um NATAL… Enleva-te no sonho esquecida, da crueza da vida e do mal.
Sonha criança, breve o não serás… É o teu cruel destino viver e o Pai Natal, não mais o verás.
Serão outras vidas que vais querer; Sonhos de criança… realizarás, se tiveres a força, para vence

10月28日 

Lágrimas do trovador… António Zumaia
Mote:
Porque lágrimas causei, de alegria e muita dor; As minhas eu derramei, de raiva… outras de amor.
Porque lágrimas causei, nesta minha insana vida; Foi carinho que magoei, Em tristeza e ferida.
de alegria e muita dor; nesta vida eu tudo dei… Fui dilecto no amor, que pela vida encontrei.
As minhas eu derramei, Na mulher que foi perdida… Mas tão feliz eu serei, No livro da minha vida.
de raiva… outras de amor. Foi nas lágrimas viver, a alegria e a dor, Que jamais… eu vou esquecer.

10月21日 

Editorial Minerva (com o apoio da empresa Águas de Santo André) e o autor, têm o prazer de convidar V. Exª, família e amigos, para a sessão de apresentação da obra poética ÁGUA… VIDA de António Zumaia, a realizar no Sábado, dia 4 de Novembro de 2006, pelas 16:30 horas em: BIBLIOTECA DE SANTO ANDRÉ Santo André Coordenação da sessão e breve reflexão sobre a obra pelo Drº Ângelo Rodrigues. Apresentação da obra e autor pela Drª Helena Elias da Costa. Selecção e leitura de três poemas por João Moutinho. Momento musical. Gratos pela honra da comparência "Desde muito novo senti a necessidade de expressar no papel o que de irreal me afluía à mente juvenil, desde histórias que ao serão lia para meus pais e amigos da casa, a poemas de absoluta inocência, fruto de uma infância muito feliz. Pelos dezassete anos tive a felicidade de conhecer o grande declamador João Villaret, ao qual o meu padrinho mostrou alguns dos meus poemas, seu interesse foi imediato e a partir daí tive um professor atento e de meu padrinho, a abertura da sua vasta e preciosa biblioteca, onde os mais variados autores verteram para mim os seus riquíssimos conhecimentos, a par com o desporto, era onde aplicava os meus tempos livres da Escola. Foi na Escola Salesiana do Estoril, onde pela primeira vez subi a um palco para dizer a minha poesia. Graças possivelmente ao meu professor fui convidado a escrever na página literária de um grande jornal diário de Lisboa; Foi aí que se interrompeu a minha carreira como poeta e escritor, o lápis azul da censura iniciou o seu sujo trabalho até me fazer parar por completo na descrição inocente, mas pelos vistos incómoda, do sentir da juventude do meu tempo. No ano de 2001 já navegando pela Internet alguém mereceu um pequeno poema, de minha autoria, do qual fez rasgados elogios e me incentivou e reiniciar os meus trabalhos abandonados há muitos anos. A essa pessoa a minha eterna gratidão, porquanto até hoje nunca parou de exigir de mim tudo que em poesia e escrita eu posso fazer. Tenho graças a essa pessoa poesia com belíssimas formatações e PPS’s elaborados com a sua arte digital e onde o seu bom gosto é notório, espalhados pela Internet, onde já por diversas vezes fui premiado pelos meus trabalhos. Fiz já parte de Antologias de diversas partes do mundo e tenho neste momento dez livros de poesia prontos a editar. Escrevo ainda um livro sobre a guerra e descolonização de Angola, já em fase de acabamento, que leva por titulo DAMA BRANCA DE ANGOLA. Este livro descreve essencialmente o sentir dos jovens enviados para a guerra, os usos e costumes e a magia das terras onde estive e a própria guerra em si, com todos os episódios rocambolescos e por vezes trágicos". António Zumaia Formato: 21 x 14,5 cm Páginas: 112 Foto da capa: Paulo Soares Concepção da capa e grafismo: JM e Atelier Minerva

|